29 de outubro de 2009


     ”De uma mente que pensa de um corpo que sente... E de uma vida que não se pode vender.”
     Tentamos distinguir o céu, quando nem mesmo controlamos os pensamentos tão incontroláveis quanto à vontade de sorrir. Sentimos pelas cobranças, e impulsionamos o que nunca pensamos. Feito sem querer sentimos que não era esperado, a confusão se faz presente e a ansiedade vem enternecer afagando a verdade, odiamos o que amamos e notamos quando estamos frente ao espelho um reflexo natural da dor do sentimento traído por cada pensamento que não tivemos. Por dentro a sensação de vazio e por fora a razão pela qual ainda não buscamos uma medicina jamais vista, ou escrita é aquela que fazemos sem pensar querendo que veja que em nosso lado esquerdo, ou direito não há nada se não por dentro o tudo que somos, e temos. Sorriso que pela manhã amanhece quebrado, pela tarde se torna nosso legado de fantasia.
     Desenterraria meu passado para todos verem que tenho vida...
Nuvens que cobrem o céu, são como sorrisos que entregam os pensamentos, cores que criam vida, e tomam formas desenham nossos olhos. E quando vemos a lua sonhando com o sol, nos aproximamos do fantástico que é esta vida. Por vezes insatisfatória, se isso aqui fizer você me reparar, não me importo, nunca tive pudores, tenho a cara tão limpa quanto a minha loucura.
              "Talvez alguém esteja sorrindo por descobrir que dentro da loucura, a lucidez não nos faz morrer, e sim acreditar que tudo é possível, pois impossível, é aquilo que não desejamos conquistar."

Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...