29 de dezembro de 2009

    ─ Respiro. E luto pelo que abraço.
Sobejo meus princípios. E sangro quando não luto.
Não lutando devoro-me. Eu poderia esperar, mas com isso
Você poderia demolir minha expressão.
Se parar de falar, será inaceitável.
Este será o buraco de seu sonhos... Que ainda não realizou.

Sua voz... Quanta ternura num só ser, Mas por hoje! Almejo sonhar no teu sono E no limiar do teu descanso Repousar em teus seios!