12 de dezembro de 2009

     ─ Só sei que toda a noite, a gente morre..."
Todos estes anos, e horas passadas, são incalculáveis. Ou vai me dizer que se lembra de quantas viveu, nestes anos todos? O vidro que separa os olhos das palavras, é o mesmo que nos aproxima. E nos faz ao menos vagar por um momento que não se comprime a tudo que já passou.
            "São tantas coisas que passam por nossa cabeça. Talvez agora, você consiga fingir que entendeu."

Sua voz... Quanta ternura num só ser, Mas por hoje! Almejo sonhar no teu sono E no limiar do teu descanso Repousar em teus seios!