23 de janeiro de 2010

"O medo esta desaparecido."

"Minha mente reproduz isso, de novo e de novo. Noites atrás, tudo era assombrado, dias atrás, tudo pra mim. Parecia assombrado. Minha mente reproduzia aquilo que eu pensava. Eu vou continuar indo, do jeito que eu vim... È como se eu soubesse aonde estou indo, enganando a mim mesmo, num caminho assombrado para encontrar-me aonde não me assombro. Enganando a mim mesmo... Se eu ainda estou respirando, porque isso tudo é como um fósforo? Apaga-se lentamente! Mantenha-se quieto e longe quando eu estiver vivendo momentos paranóicos... Meus sonhos só são reais, quando durmo. Minhas assombrações quando minha mente reproduz, isso, de novo e de novo. Então não prenda a porra da sua respiração quando pressentir que algo está errado...
Experimente estas minhas palavras, e sinta elas renovando momentos. Eu posso sentir que já passou por isso, não disse que sentia medo, mas teve a sensação de que tudo estava errado, e algo parecia assombrado. Quem dera, eu fosse o único que neste lugar, passasse por isso. Seria raro, e eu não dividiria com ninguém... Faremos hoje tudo o que não pudemos fazer ontem diante de uma assombração. Sabemos que temos crescidos, por tudo que nós temos feito, e sentido. Ouvimos agora atentamente um fantasma do passado, que de novo, não volta. Mas nos vê renascer...

"Nada é o que parece ser, mas tudo é o que queremos que seja. Se há algo perturbando o sono, mantenha-se acordado. Não engane sua mente, mas deixe que sua mente engane suas perturbações."

Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...