12 de janeiro de 2010

"Meu discurso."

"Viver apenas como, um
de modos incertos, ainda
sim, corretos.
para que todos possam,
nos ver, errar e acertar.

Muitas expressões num olhar
como tantas novas inspirações,
constituindo alguns novelos, de
novos sorrisos.
Cuja a função, é dividir

Encontra-se a folha seca,
o surgimento de novas, dúvidas
os voluptosos sonhos
Pujança das verdades,
ao longe as pretensões astutas

Nunca se sabe
que de todas as nossas vidas
sempre estará contida
apenas a quem pertence
Visto de diversas formas,
em outros olhares
contudo um ser único.

"E continue vivendo... Pois a vida, é um eterno interpretar."

Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...