26 de fevereiro de 2010
─ “ Aqueles ventos passados de inverno. Levantavam poeira, porque sua intenção era soprar apagando as nossas pegadas do outono. Como nada era maravilhoso demais para ser verdade. Nunca havia de haver uma verdade com um objetivo, porque cada um de nós estamos a criar as nossas verdades. Não poderia haver uma realidade objetiva, a cada segundo estamos a criar uma realidade. Era como saber que a realidade as vezes era muito cruel por suas negações. E por vezes se perguntava se a ilusão não seria mais do que uma simples consoladora.”
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