19 de fevereiro de 2010

   || Neve em cascata caía dos céus, azuis oceânico's. Era marfim e frígido, como gotas de orvalhos pálidas. As pétalas das flores, gélidas e mortas. Um descendente cobertor quase invisível. As desfiladeiras, brilhavam em esplendor em suas pontas... Lembranças que iam e vinham, ondulações nas águas do lago espalhando-se pelas beiradas congeladas pela neve. Solstício num inverno sem fim, trilhas escuras. Os ventos faziam coros fantasmagóricos. Os cristais de gelos se agarravam sobre as árvores antigas, caminhos florestais. Pedras em meio as ruínas, uma única estrela brilhando entre o vão de folhas entre uma árvore. Lançava um desejo de inverno para a noite. Poucos ali percebiam, que os sonhos podiam escapar. Ou poderiam então ganhar vida, diante dos olhos...
      Imagine...

O elixir da vida

Que frui como fumaça espessa e sem pesar Não faz desvendar nenhum mistério Onde olhos algum vê, sente a alma e morre o corpo E no além d...