Um rio selvagem por onde flui
águas calmas e cristalina
Passos serpenteados, por vales
feito de rochas
Um sentimento único para sentir.
Chuva libertina a molhar tua face
titânica para dançar
lançava-se com um espírito
para uma aventura sem fim.
Dançava sorridente, impetuosa
uma doce mulher imperiosa
Rosi, Rosi... Mayre.
Mayre, contempla seu olhar
com os raios de sol rasgando a escuridão.
─ “De todas as suas experiências, o sol lhe dava forças renovadas. E sempre que o sol se escondia, seus passos contemplavam o luar.”
4 de março de 2010
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Preciosidade
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