12 de abril de 2010

[ Feito de Riquezas Mortas ]

   ─ “Como poderei desistir se não mais sinto o medo? Como poderei lhe perdoar se nem mesmo aprendi a ser culpado?”
Quem sabe aprender a levar somente aquilo que precise. Te alivie de coisas que lhe prendem... Fogo-fátuo de palavras. Não me convenço por sorrisos. Não sei se é o inferno ou paraíso, de um velho feitiço, lembro-me de viver entre os dois. Para que nada seja vago, sinto-lhe dizer que meu paraíso não conta mentiras, e que meu inferno é feito de coisas que estavam perto, mas logo passam a estar longe.”

"Atenua-se no vasto céu negro antigas estrelas e esplendorosa e formosa lua...

Fazendo mundos surgirem junto a sensação do vento noturno Solstício outono também declama o amor as folhas Onde cada uma delas também...