8 de abril de 2010

    ─ “O ontem o hoje as coisas que fazia-se, eram apenas restos pro seu futuro. Não importava o quanto parecia ruim tudo ficaria para trás. A insistência naquilo que antes se fez, apenas permitia como uma chave girar de maneira repetitiva numa porta de quarto; Repetindo um gesto, e as coisas! Mas ainda sim, não eram iguais. Sentia-se como as nuvens a vagar num espaço infinito tomando formas... Pensava na sua passagem em N.Y, não era diferente de outros, mas sim um homem que despertava olhares, arrancava sorrisos e se libertava dos males que o impediam de construir pontes... Os muros eram baixos e aqui nestas linhas aparentemente cheia de palavras, sente-se novo...
Pronto pra te fazer acreditar;
“De um momento vago, uma inspiração, e a cada inspiração, um sonho realizado. E de um sonho não realizado, acreditar.”

Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...