26 de abril de 2010

Pessoa. . . Que me faz querer, mas parar porque penso que minha loucura é o que não te fará bem, mas por um segundo pode ser, e nem por isso não se pode insistir! Sou uma poesia, que vive poesia, e não tem medo de ter aquilo que não tem. Porque pode. . . È um risco como um momento que se pode passar depois de vivido. Oh lorde, eu deveria me privar das pessoas que me fazem querer se sentir vivo. Mas isso seria deixar de viver, não é?

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