11 de maio de 2010

Nada sou, mas tudo tenho
Tudo tenho e nada quero
Nada quero, mas tudo sou
Não fui ainda, mas serei
Se fui, não quero ser mais
Teu nome não me lembro
Do teu rosto recordo-me
Pois em qualquer olhar
Reflete apenas o que sou sem ser,
Mas existindo.
      //Aninha!
Que dedico esta poesia.

"Atenua-se no vasto céu negro antigas estrelas e esplendorosa e formosa lua...

Fazendo mundos surgirem junto a sensação do vento noturno Solstício outono também declama o amor as folhas Onde cada uma delas também...