25 de maio de 2010

“Não se sabe, se vê acontecer. Não se pensa, se tenta. Não se queria, se quer. Não é impossível, será possível. Não se foi, vai se vir. Não se morre sem antes de viver... Ao abrir os olhos, vê-se o mundo, ao fazer do mundo o que a mente pensa. Vive-se para morrer-te na glória. Não se precisa ir a igreja, só necessita da fé. Não se nada sem saber, mas se pode depois de aprender. Enfrentar o mar, por nele estar é duvidar de sua ira para acalmá-lo ao se fundir. Não é quando a chuva caí, é quando se sai mesmo com a chuva. È na beirada do lago que se vê pequenos peixes, é entrando no lago que se nada com os peixes. Quem dera fosse a geada fora de época a impedir que chegasse a primavera...

Sua voz... Quanta ternura num só ser, Mas por hoje! Almejo sonhar no teu sono E no limiar do teu descanso Repousar em teus seios!