11 de junho de 2010

"Não costumo abrir um livro, e ler... E admito que tenho 12 sobre uma instante empoeirada, com tudo nenhum foi terminado, entre outros que nunca os abri. Mas a cada vez que vejo algo de que alguém escreveu surpreendo-me por ser diferente, assim como não precisar ler, mas saber escrever. A mente conduz os dedos, que vai se desenhando, inicia-se com uma letra maiúscula, ao meio vai se expondo as idéias, o fim um ponto pelo qual dá início a uma nova história. E não há nada que me torne diferente de uma pessoa, se não pensar de uma forma pela qual me permito, para viver. Um filoeta, que quando tem a mente perturbada tem a poesia como refúgio, e quando então pensa estar magoado a mente conduz os passos, para o coração sentir algo ainda mais inovador... Do que as coisas que não se vê, mas se faz existir a cada segundo, pessoa! È assim que este menino, é...

O elixir da vida

Que frui como fumaça espessa e sem pesar Não faz desvendar nenhum mistério Onde olhos algum vê, sente a alma e morre o corpo E no além d...