30 de agosto de 2010

Eu vejo a lua num poste de iluminação; Entre a árvore de pinhos! Imagino as montanhas e os montes. E imaginar é poder. Sou como uma criança que ri e chora, que pensa e sente, que respira e vive.

Quis escrever nas noites mais frias e longas das quais cada um dos meus pensamentos eram naufrágios. Mas não fui permitido a escrever com pe...