24 de janeiro de 2011

"Ignorâncias do pensamento

Parece que vai faltar luz, tudo estremelece, desanda
Nos pensamentos, e o que faz sentido
Senão o frio que vai chegar... As gotas
Finas de meus pensamentos, como também
Aqueles dizeres, que jazem esquecidos
As trovoadas como o que me vem
Aos sentidos, eu suporto! Se não conseguem, saiba
Tudo passa, tudo passa, e só fica o que quer
A verter os olhos contentes
Para que Carnaval? Para que uma alegria?
Minha tatuagem ao peito, para que querem?
A dor foi minha, é minha, não?
Perguntas que não me fazem, entendo? Para que?
È engraçado isso, como quem não pensa, mas faz por pensar
E de tudo que se foi, sabe disso, compreende
"E o que significa, o que não importa?
E o que é que importa?"
Eu já fui ao inferno, e conheço o paraíso que nem mesmo vivi.
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"Usei o mal que assolava o pensamento sem eu o ver,
e sendo o mesmo de antes descobri que mesmo assim,
não era apenas um bem disfarçado."
Ignorâncias do pensamento

Quis escrever nas noites mais frias e longas das quais cada um dos meus pensamentos eram naufrágios. Mas não fui permitido a escrever com pe...