27 de julho de 2011

"Eis que um mundo assombrado pelos espíritos da morte, morreu ao nascer do sol poente. Sobre as estribos da morte, tudo voltou a respirar vida. E o leão que rugia baixo durante as noites amedrontrado, agora ruge na luz dia para que na noite, seu eco fortaleça as almas a cada dia novo dia que nascer."

Sua voz... Quanta ternura num só ser, Mas por hoje! Almejo sonhar no teu sono E no limiar do teu descanso Repousar em teus seios!