26 de janeiro de 2012

Leve-me para o fundo,
onde as palnícies encontram o deserto
O deserto que me faço por se perder
Leve-me para baixo, para baixo do seu olhar

Tire-me deste engano de estar certo
De me encontrar onde sempre estou
Que tanto fazes que choras?
Uma contagem regressiva para sorrir?

E neste momento estéril, o que há?
Sondas o sonho que realiza...
Some assim, sem pensar
No que seria a mim sem você

Um sonho fora do sono
De meras coincidências,
de uma noite não dormida
Mas despertas, como uma criança

A esta altura do muro, onde me posto
a ver todas as coisas não feitas...
A minha realidade além das coisas
A te ver, a te sentir ... como um deserto,

Desenhado no seu corpo."

Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...