7 de fevereiro de 2012

"Não são as duas coisas que quero, mas uma apenas para entender se é dia ou noite. Faz-me como um campo estreito, frondado de árvores e outeiros escondidos. Como se um impossível que não alcançamos com o pensamento, mas sim com os braços. Que o destino nos traga água quando nos houver a sede, e que nos arranque do solo da angústia quando houver a tristeza. E que nos que agrade os dias próximos. Somos mais que os mares quando desejamos buscar o desconhecido que nos atraí para um abismo sem fim, onde não há escuridão. Que eu possa crer em mim, antes dos 'Adeuses, pois tudo o que é falso nos move em dias sem fins. E os dias precisam terminar para que se chegue uma noite enluarada. Este é um motivo que despersonaliza as canções sem sentidos, assim não temos de ser tristes e nem alegres, a que atravessamos os dias e as noites Nada que vivemos tem sentido, se não amarmos as pessoas. Nada disso é curto ou longo demais."

"Atenua-se no vasto céu negro antigas estrelas e esplendorosa e formosa lua...

Fazendo mundos surgirem junto a sensação do vento noturno Solstício outono também declama o amor as folhas Onde cada uma delas também...