7 de fevereiro de 2012

"Não sei bem explicar, as coisas que as vezes acontecem! Sei que não são coisas minhas "as vezes" ... São como frutos de devaneios frustrados que por fim, não existem na realidade, mas sim invento do meu interior. Contudo penso que seja uma transformação exterior para o mundo, e finjo que ainda sou pequeno demais para entender as coisas mais grandes e coerentes da existência. Assim busco um meio de libertar-me, tendo a impressão de que nada é verdade."

"Atenua-se no vasto céu negro antigas estrelas e esplendorosa e formosa lua...

Fazendo mundos surgirem junto a sensação do vento noturno Solstício outono também declama o amor as folhas Onde cada uma delas também...