25 de julho de 2012

"Dorme, dorme enquanto velo teu sono
Sinta-me como um sonho intocável,
Que faz a alma vibrar, a distância
Uma dissolução da sua memória

Como uma queda destinada
A um riacho de flores macias
Dorme, dorme enquanto velo teu sono
E quando despertares, não mais

Não mais uma distância deste sonho
A toda sua realidade distante
Clareia tuas memórias, dissipa o passado
 Construa este presente desfaça os nós

Dorme, dorme enquanto velo teu sono
Que por um labirinto se quebra as barreiras
Desenha horizontes, desfaz este vidro embaçado
Desperta, desperta que existe um mundo para conhecer."

Novas cores

Definem os olhos Por tudo e cada coisa Que chega e logo passa Se desfaz E então... Nascem cores e Fontes Que inspiram A ida e não as...