8 de outubro de 2012

"Neste horizonte perdido
Onde me deito ao comprido de uma erva
Enxergo pouco que se tem
A natureza exila meus sonhos

Protege-me disso, que chamo de além
Não fosse a noite para haver o dia
O que há neste profundo oceano?
A que mergulho sem ar

Pondero as videiras, deleito as estrelas
Aqui neste cais abandonado
Onde toca o vento meus sentidos
Desperta as marés perdidas

Meus olhos é que são contemplados
Não contemplo o que para mim existe
Sei que além do sonho, há realidade
Por isso existo fora de mim...

[Para sentir m'inha'alma, 


"Atenua-se no vasto céu negro antigas estrelas e esplendorosa e formosa lua...

Fazendo mundos surgirem junto a sensação do vento noturno Solstício outono também declama o amor as folhas Onde cada uma delas também...