25 de outubro de 2012

Em teu sorriso,
meus sentidos se perdem
È como se estivesse inerte
O vento morre em silêncio

Fico eternamente aqui,
com os pés assentidos
 Seguindo vontades nunca minhas
O silêncio vaga no pensamento

Me movo sobre os trilhos
 Há apenas a mim,
 O frio paira sobre o mundo
Suas palavras me enternecem

Dilacera o passado
È um dever amar-te assim
Onde Dezembro já nem se recorda
De um silêncio profundo.

Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...