9 de fevereiro de 2013

     " Onde há multidões, terão olhares voltados!
                 Para coisas inexplicáveis...
           Onde o homem se fará de tragédia,
    Perdendo-se da realidade do corpo ...

               Perderá suas razões, se fará equivocado,
        Acreditando em suas maldções, se fazendo maldito!
                    Caminhar a praia para se perder,
          Onde as ondas levam areias que não voltam

    Onde o gosto da água, o homem não pode mudar
          Reles dias que se passam, e tudo vai ficar!
                 Se perdem épocas de sonhos
     E nasce sempre um novo tempo, o que morre?

                Um corpo sem espírito de vontades?
           Uma alma se quer vista e sentida!
               Sua treva esta sobre teus feitos.
            Sobre este domínio, nada em si mudará.
              

"Atenua-se no vasto céu negro antigas estrelas e esplendorosa e formosa lua...

Fazendo mundos surgirem junto a sensação do vento noturno Solstício outono também declama o amor as folhas Onde cada uma delas também...