16 de abril de 2013

"Sigo num segundo mudo,
O mundo que em todo se perde
Deveras eu ser isso que vejo
Passar sem ser, fingir

Mundo de tumulto
Que aceita homens como reais
O que tanto possuem?
Para isso serem? Reais?

São apenas reais
Que se fazem em notas
A par de tudo passa
Sem serem percebidos

Do que se fala?
O que se entende?
Não sei ao certo!
Talvez consiga ver algo.

Sua voz... Quanta ternura num só ser, Mas por hoje! Almejo sonhar no teu sono E no limiar do teu descanso Repousar em teus seios!