"Alcançava sutilmente a escuridão
Ouvia-se os gritos em meio a flora escura
Onde o medo se espreitava por entre os galhos
O que corria além dos sentidos?
O som do vento cortante como a navalha
Que dissipava o ar denso de escuridão
Porque ela o levava ali? Gruta escura e fria
Frio obscuro de arrepiar as espinha
Pés descalços sobre um campo mórbido
Flores noturnas sobre solstício de uma longa madrugada
Infinito firmamento de estrelas perdidas
O que alcança seus passos? Silhueta sombria
Abismos que assolam os sonhos,
Trás a alma ao pesadelo profundo
Onde a realidade se curva a imaginação
E os pássaros noturnos cantam uma história
Palpita o vento que sopra do norte
E trás as folhas de outono"
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