Corre devastandos as folhas
Trazendo novos ares, como quem vê
Que o que sente esta nas linhas
Que atenuam os momentos
Trazendo a razão de um devaneio
Assim quando chove e molha os campos
Sendo uma criança o dom da ternura
Que dedilha mil notas fazendo uma canção
Brilho de uma luna distante
Que alumia a cidade do sonho
Palpita o pesadelo a realidade
Ao quem dera despertar junto ao dia que nasce
Trazendo o sol para se deixar a lua
Que demora a surgir em seus tempos
Que nunca se perdem, mas voltam
Para tudo realizar como a sensação do destino
Coração que palpita a mente,
A que decifra o sentimento
De deitar-se ao leo do inverno
Pensando em todas as primaveras que se forão.
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