17 de março de 2014

"Neste profundo silêncio,
se encontra a razão do pensar
Que de tão sublime
Faz do céu seu mar

Saudade do inenarrável
Do vento que varre a terra
Crenças sufocadas e esquecidas
Noite tênue de um frio solene

Neste campo, dançam as flores
E o perfume que sopra o ar
Carrega a fragrância da vida
Que nasce e morre a cada dia

Escombros assombrados,  escuros labirintos
Que se partem aos passos vagos
De olhares que espreitam as vidraças
Onde o sonho se faz horizonte."

Quis escrever nas noites mais frias e longas das quais cada um dos meus pensamentos eram naufrágios. Mas não fui permitido a escrever com pe...