17 de abril de 2014

"Não escrevo sensualidades, nem perversidades para quê isso não lese e nem prejudique quem as lê; Gosto das coisas pavorosas, que me fazem enxergar impossíveis , os mistérios pelo que se é incrível. Pouco me interessa as emoções. As experiências das paixões, os impossíveis por natureza realizavam-se; Eu anseio pelo provável acontecimento; A mentira artística como uma mistificação. Não posso prostituir meu talento de ser distinguível, não defendo coisas falsas, como sentimentos inventados. Estas sombras que pressagio são como cortinas que impedem o conhecimento das loucuras que se tornam capazes de um amor cego. Por isso não tenho uma amante ou uma mulher. Me atraí a síntese da psicologia, compreendo assim a minha personalidade. Pensar profundamente é uma maldição. Mas sentir é eternamente buscar. Gosto de arrepiar-me de medo, dos aspectos significativos do meu ser inconfundível. Sou o significado oculto das palavras."

Quis escrever nas noites mais frias e longas das quais cada um dos meus pensamentos eram naufrágios. Mas não fui permitido a escrever com pe...