28 de maio de 2014

"Ele diz coisas a ela. Ela não diz nada senão viver e dedilhar os dedos uma canção em seu violino de cordas peroladas. E ela sem perceber, se encontra na front de um sentimento devastador, que ao invés de perder-se em labirintos, encontra-se pelas estradas, em que havia deixado pedaços. Fragmentos que voltaram a brilhar, como corais Índicos, como flores raras, que somente perfumam as noites de jasmins. Um infinito enluarado que o trás de volta, para os braços dela, que o aquece só de aproximar-se. Pois ele é o Norte onde ela sempre se encontra por ser o mais alto e alumiado farol de seu mundo."

O elixir da vida

Que frui como fumaça espessa e sem pesar Não faz desvendar nenhum mistério Onde olhos algum vê, sente a alma e morre o corpo E no além d...