23 de dezembro de 2014

Todo vento sopra
arrasta, trás, depois leva
È sempre assim,
nada de haver em mudar
A estadia dos segundos
para o minuto,
Dos minutos
para as horas,
Grande passagem do dia
que se finda, trás a noite
O sono, o sonho
e a terna madrugada
Em segredo quem chora
não sofre, alivia
Quem pensa assim,
em tanta coisa
Sabe o que fazer
logo que amanhece o dia
Pois todo vento, sopra
trás e leva,
Leva e trás, sempre assim."

"Somos feito uma imagem de um som inaudível! A cor como o mais rarefeito da vida em sua existência interna. Coisa pela qual nada ...