3 de janeiro de 2015

"Luci di Luna,

"Lá, na esquina da Lua
Onde brilha o sol,
Bate o sino de uma aldeia
Onde olhos acolhem-se
Aos lençóis finos
De uma fria noite,
Onde desce a luz de Luna
Para dissipar temores
Rompendo  sombras,
Trazendo luz, o amanhecer
Trajando o azul anil da violeta
Que percorre as trilhas escuras
De uma noite silenciosa
Profunda
Intensa
Melindra
Uma fada carismática
Sobre as copas das árvores
Em que faz crianças adormecerem
Sobre uma canção milenar
De um tempo inalcançável
Mas audível as almas que se atentam
A ouvir-te de longe,
E dança Luna sobre um céu
Intocável, mas visível
Aos olhos da alma."

Toda essa euforia pelo qual o tempo tem transtornado, o rarefeito em que a maioria dos homens negam por insuficiência física, causando o des...