2 de fevereiro de 2015

Danço uma melodia sem fim,
que em mim se faz lembrança
E vago além de pensamentos,
que nada buscam, visam
Um sentido perdido,
que em mim, não se faz presente
Presente que em tudo,
se desfaz e trás um futuro
De um olhar que busca distante
o devaneio de realizar,
Uma verdade nunca dita,
que em oculto estava
Dando sentido aos passos
que bailam sobre uma constelação
De estrelas infinitas, intocáveis
que são para mim, habitar
Onde apenas os pássaros alcançam
alicerçam seus ninhos, e voam para longe
Em que o vento corre vagamente
do sul para o norte sem fim
Do infinito para o além dos sonhos
Até o mero sonho, tornar-se realidade...

Sua voz... Quanta ternura num só ser, Mas por hoje! Almejo sonhar no teu sono E no limiar do teu descanso Repousar em teus seios!