30 de julho de 2015

Guardo comigo tudo o que resta,
Um sopro do vento, o desejo de ficar
Porque sempre preciso partir, ir
Sabendo que volto, que tudo de mim
Também se vai, sopra o vento
E em nada fica, tudo toca
O magnifico tempo que paira o instante
È mais do que ter tudo, só isso basta
Porque percebo, que astros palpitam
Nada além disso, eu mais vivo, sinto
Permito, até ver a lua que brilha
Alta além das estrelas, sei que posso tocá-las
Nada é tão distante, quando me aproximo assim
Do modo que quero, possuo, mesmo sem verem
Porque de tudo me despeço, e em mim, fica
Aquilo que permanece dentro, imagino
Vivo, desminto os sonhos, realizo!

"Na vigília dessa noite, enquanto todos dormiam. O mundo a se mover sem perceberem da mesma forma ao estarem todos despertos. Movia-se ...