18 de abril de 2016

"Despertamos e mesmo sem querer, saudamos o sol. Porque há sol, e em meio a este enredo o vento que passa, traz o sentido da vida. De nos encontrarmos com nós mesmos. E antes de tudo isso acontecer, estávamos lá, no espaço que preenche e faz o mundo acontecer. Assim sou eu, um galho frondoso de folhas outonais, que dispersa o ar nobre. Assim você é, seda fina que veste e dá sentido a vida."

Sua voz... Quanta ternura num só ser, Mas por hoje! Almejo sonhar no teu sono E no limiar do teu descanso Repousar em teus seios!