"Nos entardeceres das noites, sonhamos, porque entregamos o respirar ao
silêncio de que só a alma pode apreciar. Um encontro entre o que nos
real e o que nos faz pairar as vezes, ao abismar do pensamento que se
lembra do que sonhou, e tampouco vivemos. Há sempre uma voz que nos
palpita, o que fazer. O coração enganoso, desenhando um pensamento. Ora,
sejamos calmos ao encontro da vida, porque nada nos pertence, e tudo
quanto há lá fora, nem se quer nos pertence. Voar, não significa plainar
sobre as estrelas, mas olhar para elas e ver tua forma simples a
brilhar, não há pontas naquilo que se formou antes do homem pode dar um
nome. Um infinito aeon, costumado aos derradeiros da vida, choramos,
porque descobrimos que somos movidos pelos sentimentos, mas abandonemos
as emoções e volvemos o sentido da vida para o "Não. Para o deixar,
deslizar sobre os males e levantarmo-nos sobre as ruínas, caminhemos ao
vento, Sejamos a nota que entoa a mais bela canção, e em meio ao furor
da aflição, o encontro com a esperança, da que abrimos só de sermos
despertos ao amanhecer do dia. Pois a chuva é o sinal de que o sol, está
porvir. E nós como o porvir, sejamos a semelhança daquilo que desejamos
tão profundamente e ninguém conhece!
Preciosidade
Amanhã serei silêncio
Silêncio de um homem cansado De tentativas errantes Mas que foi feliz ao semear bondade Um choro reprimido agora partido Deixo escrito o ...
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Pelo rasto desta sombra que caminha comigo Me afogo no silêncio de um grito apertado Dolorido, mas que só a alma sente Coisa essa que não ...
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"O universo é surdo aos nossos pedidos, mas ele é reativo as nossas ações. Condicionados a não olhar o caminho do outro, alcançamos a...
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De repente a chuva De repente o sol De repente o frio De repente tu... Que navega mares de bens E divaga ventos inóspitos Dá sentido a isso...