14 de novembro de 2016

"Nos entardeceres das noites, sonhamos, porque entregamos o respirar ao silêncio de que só a alma pode apreciar. Um encontro entre o que nos real e o que nos faz pairar as vezes, ao abismar do pensamento que se lembra do que sonhou, e tampouco vivemos. Há sempre uma voz que nos palpita, o que fazer. O coração enganoso, desenhando um pensamento. Ora, sejamos calmos ao encontro da vida, porque nada nos pertence, e tudo quanto há lá fora, nem se quer nos pertence. Voar, não significa plainar sobre as estrelas, mas olhar para elas e ver tua forma simples a brilhar, não há pontas naquilo que se formou antes do homem pode dar um nome. Um infinito aeon, costumado aos derradeiros da vida, choramos, porque descobrimos que somos movidos pelos sentimentos, mas abandonemos as emoções e volvemos o sentido da vida para o "Não. Para o deixar, deslizar sobre os males e levantarmo-nos sobre as ruínas, caminhemos ao vento, Sejamos a nota que entoa a mais bela canção, e em meio ao furor da aflição, o encontro com a esperança, da que abrimos só de sermos despertos ao amanhecer do dia. Pois a chuva é o sinal de que o sol, está porvir. E nós como o porvir, sejamos a semelhança daquilo que desejamos tão profundamente e ninguém conhece!

"Atenua-se no vasto céu negro antigas estrelas e esplendorosa e formosa lua...

Fazendo mundos surgirem junto a sensação do vento noturno Solstício outono também declama o amor as folhas Onde cada uma delas também...