27 de agosto de 2017

Os ventos desmontam,
Desfazem as folhas
Moinhos refazendo arbustos
Das árvores altas, os fechos
Que entre as luzes todas, alumiam
As copas que cobrem os raios
De todas as minhas estrelas
Que atenuam em secreto
Meus sonhos transformados em segredos
Que trilham caminhos secretos
Em mim, desconhecidos e distantes
Portanto me alegro em sentar-se com a solidão
Ver cada vida que por mim passa
Como a flor e riacho verde
Que tudo espelha diante dos olhos
Que se fecham as noites frias
Que vem com sol e aquece
Todos os trilhos para que caminhe
Como trem a buscar as mãos das estações

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