1 de janeiro de 2010

       "Areia fina entre os dedos dos pés descalços...
Ela caminhava a beira mar, pequenas ondas.
Vestido rodado, era ela e a solidão
Noite
De ventos e brisa, de passos, a pensamentos
O tempo, passava o vento estava a seu favor
Ela não sabia o que esperava por ela
'Linda mulher'
Que falava com o 'Luar'
'Luar' que apenas ouvia aquela 'Linda mulher'
Sandálias nas mãos, e ansiedade no olhar.
Pela voz que não ouvia, a intuição de sentir através do olhar ansioso
Sobre a escuridão do horizonte.
As estrelas,
Flutuavam acima do mar em inalcançável lugar
Não havia a solidão, se não o pensar sobre ela
               "E lá por detrás das montanhas, o ribeirão era enamorado pelo luar que não podia responder aquela mulher. Mas deixava claro que de tudo que ela desejasse encontrar, acharia. Que tudo que não visse, deixasse a beira do mar, para que as ondas profundamente as deixassem ao longe. Como as estrelas que não se poderia tocá-las."

"Na vigília dessa noite, enquanto todos dormiam. O mundo a se mover sem perceberem da mesma forma ao estarem todos despertos. Movia-se ...