4 de abril de 2010

Minha voz que não fala poesia
Soa como uma flauta ao escrever
Um sentimento, meu & teu
Deles & de alguém que aqui irá passar
Eles mexem comigo e eu me fortaleço
E a flauta vai soprando
Tinha memória e não tinha paz
Ia pro inferno & voltava
Azuis, azuis, azuis
Eram os olhos que não enxergava
Esperava para tocar o céu
Dançava... Do─Arranha─Céu
Pavimentando cartas, folhas, papéis
lugares, mentes, becos, segundos, momentos
Esta herança incalculável
Era de olhos estrelados
Livre a percorrer os céus
Para que em seguida pudesse me visitar
Agora estava livre de um vazio no olhar
E dentro de si nascia um luar
Para os próximos dias, era um doce sorriso
Iluminando as vidas deste lugar.

Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...