6 de abril de 2010

A verdade é que eu nunca lhe falarei sobre as tristezas que crio, mas que logo as deixo! Sou locutor delas por pensar, e condutor das minhas alegrias, quando desejá-las. Adoro as sensações do nada, de tudo... Vivendo sem deixar que o passado me prenda, mas de qualquer forma, sinto que não precisará me falar sobre o que contigo aconteceu.

Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...