10 de maio de 2010

E quase que sem paciência
Ele esperava que uma poesia
Lhe viesse como numa noite de luar
Cego estava...
Mas nas costas de um olhar pesado
Acalmou-se pois abismar-se
Não o permitiria escrever a nada
Cego descobriu que não poderia ficar
Mas fingir ser um, poderia ser o seu passa-tempo

Sua voz... Quanta ternura num só ser, Mas por hoje! Almejo sonhar no teu sono E no limiar do teu descanso Repousar em teus seios!