15 de junho de 2010

"Porque eu não me importo de ser o que posso. E me mostrar como sou, mas me importo antes de falar sobre a opinião de outro sem ela mesmo ser o que penso pelo que diz. Mas sei o que ela é pelas tuas verdades que mostra-me. Sou poesia... E o que vivo sendo catástrofe pelos outros torna-me filosófico a cada segundo de vida. Não me prendo as coisas materiais, mas deixo aquilo que compra-se coisas materiais se ir, para ter coisas mais reais. Ninguém se torna suspeito por aquilo que fala, mas é vítima daquilo que quer por nem mesmo fazer tornando-se responsável pelos seus atos antes de réu dos outros."

Quis escrever nas noites mais frias e longas das quais cada um dos meus pensamentos eram naufrágios. Mas não fui permitido a escrever com pe...