5 de setembro de 2010

"De olhos fechados, posso até mesmo viajar ... Mas de olhos abertos posso compreender, que aquilo tudo que me falam. Nada é! Se não o que visam ... E diante tudo que sinto, indiferente do que me dizem, sou aquilo que vejo por fora. Pois me conhecer por dentro, e dizer aquilo que não penso. E mesmo sem ver, entendo que nada é feito daquilo tudo que antes desconheci. Para agora dizer o que sei ..."

Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...