20 de janeiro de 2011

"Percurso poético II.

Arfantes que zunem aos ventos
Dos flagelos que forjam a vida
Com a perca de tudo
Inexorável imaginação que comemora
As angélicas dançam no seu moinho de flores
Com as rupturas das nuvens
Entre visões acesas, Anilinas
Com as soleiras à rodopiar
Numa brisa mansa a cantar
Como instrumentos insinuantes
As catedrais escondidas
Que formam cristais estelares
Penumbra as cordilheiras desérticas
Fronteiras de epicentros só, um
O trôpego angelical
Sob os homens acéfalos
Marítimos a navegar detritos

"Desces
Descreves
Eis
Que
Prevaleces...

"A riqueza que nos falta, é ver a pobreza com bondade, para que ela nos receba com nobreza."

"Eu e Ela."

Não são moedas meus anseios Ardentemente, desejo além do pensamento Porque não enxergo com os olhos Enxergo com a alma E somente ela sab...