5 de fevereiro de 2011

Assim como as águas correm
Os passos caminham sem correr
O vento frio que não se apresenta
Deixa o mormaço pairecer, ser
o tempo que se têm
E quando paira sobre a brisa
de um gole sem gosto,
Luta contra as contradições
È o navio que partes
E deixa sobre o porto
A embarcação navegada
Entre os brandos celestiais
Dos céus com vastidões de cortinas brancas
As memórias que escrevem
Os dedos que todos desenham
Sobre o amor, tem o número três
E eu não precisaria falar-lhes sobre o número três
Nem covarde e nem feito de coragem
O olhar de carruagem
Passa... Passa... E passa
O descompasso dos martírios
A poesia dança, o tempo cansa
lança-se o imensurável

||Do silêncio
Escrito
Nas estrelas
Destes dias
Em enredo
Ao que se vai fazer.''

"Na vigília dessa noite, enquanto todos dormiam. O mundo a se mover sem perceberem da mesma forma ao estarem todos despertos. Movia-se ...