30 de julho de 2012

"Ele é a ilusão do que se pensa. Faz de conta que tudo é assim, como se ouve sem ver. Ela é a porta para suas afeições. O tempo é o tecelão da história, e tudo se faz sem ver. Ele é um epicentro cheio de jubílios em um livro de mil páginas. Ela passa como quem finge que acontece, sem saber que um dia, tudo foi necessário para escrever este livro."

Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...