27 de outubro de 2012

"Para que temo esta escuridão?
Para que não me mova ao medo das sombras?
Desvendo o que há quando me adentro
Não é temor, é curiosidade

Do mesmo modo em que me vê a escuridão
Na ilha do medo, chamada mente
Reverso mundo da realidade
Onde o temor esta apenas ao desconhecido

"Pois escura é a noite que inda adormeço
Pronto a sonhar o sono

Que não haveria dia sem a noite
E não pode haver coragem sem o medo"

Um oceano abismal a que nunca vi,
De imaginá-lo, pressentia
O vento sussurra e devasta o pensamento
E assim os fantasmas são só pensamentos."

"Atenua-se no vasto céu negro antigas estrelas e esplendorosa e formosa lua...

Fazendo mundos surgirem junto a sensação do vento noturno Solstício outono também declama o amor as folhas Onde cada uma delas também...