1 de abril de 2015

Penumbra a noite um silencio
Palpita a lua, um outro sonho
Tão distante que me perco
Daqui d'onde sou pequeno
Feito este orvalho que desliza
Por entre as folhas verdes
Que escurecem as trilhas
Aquecem um corpo a meio fio
De um tempo esquecido, 
Apenas um mero sonho
Que desperta as ondas mudas
De um lago surdo e mudo
Que alumia a sombra das estrelas
Refletindo tão somente
Aquilo que há no profundo 
E não pode trazer a realidade,
Até que então, desperte."

Sua voz... Quanta ternura num só ser, Mas por hoje! Almejo sonhar no teu sono E no limiar do teu descanso Repousar em teus seios!