3 de abril de 2016

        "E então, o corpo sempre trêmulo,
Uma sensação de estranhezas e sentimentos
Um estado eufórico dentro de uma mente extraordinária
Perturbações de olhos confusos, pelos adeuses dos instantes
O terror da vida, um turbilhão de canções distorcidas
Um terror tão lírico que nada fazia tanto sentido
Para os gestos e pensamentos, mas havia algo muito pior
               ...Aquilo que os olhos não viam, sentia o espírito."

Sua voz... Quanta ternura num só ser, Mas por hoje! Almejo sonhar no teu sono E no limiar do teu descanso Repousar em teus seios!