O mundo em mim é vazio. E eu em meio ao mundo, não me sinto como parte de nada. Nem dos coletivos, nem de tudo que de tempo em tempo, se desfaz...
Não que eu seja excluso, mas de certo, tenho aprendido a excluir o mundo de todo Mundo, que moderno é. Pois sinto que não sou antigo, mas em mim, habita ainda os modos antigos. Dos quais me tornam ignorante aos iguais, aos incrédulos de si. Aos mortíferos da língua. Do que sei, é que as cores dão nome as coisas, transformam as vias; E desenham em nós, a distância do que temos para tudo que fora do mundo está. Para alcançarmos!
# O exterior nada é senão destroços, tempo que chega e se esvai. Porém, todo interior, inda que longínquo, podemos sentir e viver.
(Adorável inverno; Fragmentos.)
23 de junho de 2017
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